“os discos foram apenas uma pequena bolha no tempo” – “a era do disco foi uma anomalia” – Brian Eno.

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Posted on : 12-02-2010 | By : festinhabobanoape

Elfo do Senhor dos Anéis? Não, Brian nos anos 70…

Pelo menos os 3 primeiros tópicos abaixo você tem que ler, vale muito a pena… Estes são alguns trechos da entrevista recente em que Brian Eno, produtor musical de alguns dos melhores discos de David Bowie, Talking Heads, U2, entre outros, opina sobre arte, ciência, tecnologia, religião e o que mais aparecer pela frente. Para ler mais techos, se vc for assinante do uol ou da folha, clique aqui. Senão, a entrevista completa está em inglês clicando aqui. Como trilha sonora para leitura, uma das músicas por ele comentadas quando fala sobre a banda sueca ABBA. É só clicar no player abaixo…

Fragilidade humana

Outro dia, ouvi uma banda que tinha o pior cantor, o baterista mais fora de tempo e o guitarrista mais desafinado que já ouvi em um disco profissional e imaginei que pelo menos aquilo significava uma reação contra a perfeição do Pro Tools [programa de edição]. Um engenheiro que use Pro Tools teria resolvido o problema, mas aquela banda, na verdade, era uma celebração da fragilidade humana. Era tão crua que chegava a animar.

Fim de uma era

Creio que os discos foram apenas uma pequena bolha no tempo, e aqueles que conseguiram ganhar a vida com eles tiveram sorte. Não há motivo para que alguém tenha ganho tanto dinheiro com a venda de discos, exceto a coincidência de que aquele período era perfeito para isso. Sempre soube que a coisa acabaria, cedo ou tarde. Não havia como durar. Não me incomoda que isso aconteça, pois a era do disco foi uma anomalia.Foi mais ou menos como se, nos anos 1840, você tivesse uma fonte de banha de baleia que podia ser usada como combustível. Antes que o gás surgisse, se você comerciasse banha de baleia, poderia ser o cara mais rico do mundo. Mas o gás surgiu, e a banha de baleia passou a encalhar. Lamento, amigo: a história continua. Música gravada é a mesma coisa que banha de baleia. Algo mais terminará por substitui-la um dia.

Abba

Nos anos 70, ninguém admitia gostar do Abba [banda sueca]. Agora, tudo bem. É tão kitsch. O kitsch é uma desculpa para defender o fato de que as pessoas sentem uma emoção comum. Se é kitsch, é como se você emoldurasse a coisa e sugere que está sendo irônico. Mas na verdade não está. Está mesmo gostando da música. Gosto do Abba. Já gostava na época e não admitia. O esnobismo da época não permitia. Admito que, quando ouvi “Fernando”, não consegui mais guardar o segredo. O que me encantou nessa música foi a linha da cantora mais grave. Passei meses tentando aprender. Por isso deixei de ser cético e exagerei na direção oposta. Virei um grande fã.

Frank Zappa

Zappa [músico experimental americano, 1940-93] foi importante para mim porque compreendi que não tinha de fazer música como ele. Eu poderia ter feito muita coisa parecida com Zappa se ele já não as tivesse feito e me levado a compreender que não queria tentar aquilo. Não gosto de sua música, mas sou grato por ele tê-la criado. Aprende-se tanto com as coisas de que não se gosta quanto com aquelas de que se gosta. O lado da rejeição é tão importante quanto o da aprovação. Você define quem é e onde está pelas coisas que sabe não ser.

The Who e Velvet

Era um dilema para mim, quando estava acabando a escola -vou trabalhar com música ou pintar? [A banda britânica] The Who foi importante para mim quando eu estava decidindo se optaria pelas belas-artes ou pela arte popular. Sentia que eles haviam encontrado uma posição importante entre esses dois campos. Depois veio o Velvet Underground [banda norte-americana] e eles também deixaram claro que existia a possibilidade de trabalhar com um pé de cada lado da cerca. Isso me ajudou a decidir pela música.

Música na igreja

Se você refletir sobre a metade final dos anos 1950, quando tudo isso começou a acontecer para mim, a experiência de ouvir sons era muito diferente da atual. O estéreo não existia. Se você ouvia música fora da igreja, exceto música ao vivo, o que era muito raro, os alto-falantes eram minúsculos. A experiência era agradável, mas muito pequena. Assim, ir à igreja, um espaço especialmente projetado, repleto de ecos, encontrar um órgão, o órgão que meu avô construiu para a igreja que frequentávamos, e subitamente ouvir a música e o canto… Isso era uma experiência maravilhosa. Era como ouvir o disco de alguém em um radinho de pilha e depois assistir a um show da mesma pessoa em um estádio de 60 mil lugares. Imenso, em termos comparativos. Isso teve forte relação com meus sentimentos sobre som e espaço, um tema que se tornou muito importante para mim. Como o espaço influencia o som, qual é a diferença entre ouvir alguma coisa nesta sala e depois na outra sala? Seria possível imaginar outras salas em que se pode ouvir música? Isso também afetou a maneira como me sentia com relação à música como experiência comunitária, no sentido de que a música de que mais gosto, o canto em igreja, era realizada não por profissionais, mas sim por pessoas sem treinamento, apenas um grupo de pessoas comuns que eu via trabalhando durante o resto da semana na padaria ou entregando carvão.

1, 2, 3… gravando!

Vim de um lugarzinho esquisito [Eno nasceu em 1948, em Woodbridge, no Reino Unido] no qual meu interesse eram as ideias experimentais de Cornelius Cardew [compositor inglês, 1936-81], John Cage [compositor americano, 1912-92] e Gavin Bryars [compositor inglês], mas também a música pop. No pop, resultados e retornos eram importantes. O lado experimental se interessa mais pelo processo do que pelo resultado concreto -os resultados simplesmente aconteciam, e muitas vezes havia pouco controle sobre eles, além de muito pouco retorno. Veja o caso de Steve Reich [minimalista americano]. Era um compositor importante para mim, com suas primeiras peças em forma de gravações magnéticas e o modo de arranjar uma peça para que os músicos a executassem em velocidades diferentes, para saírem gradualmente de sincronia. Mas, quando gravava algumas peças, como “Drumming”, ele usava percussão orquestral tocada de forma dura e mal gravada. Ele não havia aprendido nada sobre a história da música gravada. Por que não considerar o que o mundo pop vinha fazendo em termos de gravação? Aquilo estava resultando em sons incríveis, produzidos por excelentes músicos com ótimo feeling para o que tocavam. Mas aquilo não valia nada para Reich, porque no mundo dele não existe retorno real. O que interessava a eles naquele mundo era apenas o diagrama da peça; a música existia simplesmente como indicador de um processo. Consigo perceber a lógica disso, de certa maneira; você quer simplesmente mostrar o esqueleto, sem muita frescura em volta, você quer simplesmente mostrar como fez o que fez. Já eu, como ouvinte que cresceu acompanhado pela música pop, me interesso por resultados. O pop é completamente orientado por resultados, e existe um circuito forte de retroalimentação. Funcionou? Não. Bem, vamos fazer diferente da próxima vez. Vendeu bem? Não. Então vamos fazer diferente da próxima vez. Eu queria unir esses dois lados. Gostava dos processos e sistemas do mundo experimental, mas também da atitude com relação a efeitos que existia no pop; queria que as ideias fossem sedutoras, mas também os resultados.

Artes plásticas

Na minha casa, em Oxfordshire, há uma grande e bela escultura de Pégaso com asas azuis de vidro, feita por Andrew Logan. Quando pego um táxi na estação, o motorista sempre comenta sobre ela, porque é muito vistosa. Um comentário que sempre ouço é “mas o que ela quer dizer?” Ou “o que isso significa?”, com base na ideia de que alguma coisa existe porque precisa dizer alguma coisa a você ou se refere a algo mais. Essa ideia me é estranha. Os primeiros quadros de que gostei foram os menos referenciais que existiam, de artistas como Piet Mondrian [holandês, 1872-1944]. O que me entusiasmava neles era o fato de não se referirem a nada mais -eram únicos, objetos carregados de magia que não obtinham sua força da conexão com coisa nenhuma.

Sintetizador

Uma das coisas mais importantes com relação ao sintetizador é o fato de ter chegado sem nenhum passado. Um piano chega com toda a história da música. Existe toda espécie de convenção cultural incorporada a um instrumento tradicional, para informar de onde e quando ele veio. Quando você toca um instrumento que não tem esse retrospecto histórico, basicamente você cria sons. Cria um novo instrumento. É isso, em resumo, o que o sintetizador é: um instrumento sempre inacabado. Você o completa ao alterá-lo, brinca com ele, decide como usá-lo, pode combinar diversas referências culturais em uma coisa nova.

Tecnologia

Os instrumentos soam interessantes não devido a seu som, mas por conta do relacionamento que o instrumentista tem com eles. Os instrumentistas desenvolvem um elo especial com os instrumentos, e é disso que eu e você gostamos, é a isso que respondemos. Se você decidisse agora projetar um instrumento novo, não pensaria em algo ridículo como um violão. É um instrumento estranho, muito limitado, não tem um bom som. Você criaria algo muito melhor. Mas gostamos, no que tange aos violões, é dos músicos que desenvolvem um longo relacionamento com eles e sabem como fazer com que produzam algo de belo. Não estamos nesse ponto ainda com os sintetizadores. Continuam a ser um instrumento novo. Renovam-se constantemente, de modo que as pessoas não têm tempo de desenvolver um longo relacionamento com eles. Assim, você tende a ouvir mais a tecnologia e menos o elo pessoal. Com isso, podem soar menos humanos. Mas isso está mudando. E existe uma previsão que fiz alguns anos atrás e estou tendo o prazer de ver confirmada: os sintetizadores incorporam a inconsistência. Gosto da ideia de que uma nota possa soar mais alta que a nota ao lado.

Música ambiente

Uma maneira de fazer música nova é imaginar que você está contemplando o passado e pensar formas de música que poderiam ter existido. Por exemplo, free jazz do leste da África, que, até onde eu sei, não existe. Foi assim que a ambient music emergiu, até certo ponto. Meu interesse em fazer música era o de criar algo que não existisse e que eu gostaria de ouvir. Uma das inovações da ambient music foi deixar de lado a ideia de que era preciso letra, melodia ou batida… Por isso, de certa maneira, era uma forma de música criada pela exclusão de coisas, o que pode ser uma maneira de inovar. Em meados dos anos 1970, todos os sinais já estavam no ar em torno da ambient music, e outras pessoas estavam trabalhando de forma semelhante. Eu simplesmente criei o nome. E era isso exatamente que faltava: um nome. Dar o nome a alguma coisa pode ser o mesmo que inventá-la. Ao batizar alguma coisa, você faz diferença. Você declara que, a partir daquele momento, a coisa é real.

Tradução de Paulo Migliacci.

“This is about when we were younger…” – Thom Yorke #sóviagora

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Posted on : 29-01-2010 | By : festinhabobanoape

No fim de 2007 pós-finalização de “In Rainbows”, num webcast ao vivo, o Radiohead tocou por pura diversão: “Headmaster Rituall” dos The Smiths e “Ceremony” do New Order. Sem grandes mudanças ou invenções nos arranjos, Thom Yorke solta um “This is about when we were younger, but we didn’t write it…” e a maior banda da atualidade se transforma numa banda de fãs tocando covers dos seus ídolos. Uma delícia de ouvir…

Anjo Exterminador na loja de conveniência…

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Posted on : 20-01-2010 | By : festinhabobanoape

Para ataques de riso, clique play. A música é “SHOULD HAVE TAKEN ACID WITH YOU” do Neon Indian, banda que começou assim: Alan Polomo combinou de tomar um ácido com sua amiga mas não rolou. Se sentiu mal por ter furado, compôs e mandou a música pra ela. Essa foi a primeira música do Neon Indian que lançou seu primeiro disco, Psychic Chasms, em 2009. Não, esse vídeo em que o maluco não consegue sair nunca mais da loja de conveniência não é o vídeo oficial, mas se eu pudesse votava nele pra ser… Para ler uma entrevista com Alan clique aqui. Ah, e para o vídeo oficial, feito pela tal amiga de “viagem” perdida, clique aqui.

Salada Pop Sci-Fi Anos 80…

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Posted on : 07-01-2010 | By : festinhabobanoape

Porque existe um lugar carinhoso no meu coração para qualquer coisa que me lembre ao mesmo tempo de Tron e Mad-Max. Sem contar com Duna, Blade Runner, Vingador do Futuro (olha a menina no bar do vídeo e sua versão mutante com 3 peitos na foto abaixo), Barão de Munchausen, Game of Death (Bruce Lee). Não faz o menor sentido, mas tá tudo lá misturado no vídeo do single de Julian Casablancas (The Strokes). Achou alguma outra referência?

5 posters, 6 filmes e 3 peitos…

Nova do Portishead

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Posted on : 06-01-2010 | By : festinhabobanoape

Nova música do Portishead que já foi o carro-chefe do Trip-Hop doa anos 90 (leia-se: “melancolia deprê com a aproximação do fim do século) seguido por Massive Attack, Tricky, Bjork, etc… A música é ótima e o vídeo, que parece ser um simples registro da gravação, vai se tornando um labirinto de imagens refletidas e fragmentadas, bem legal…

Você acredita em listas?

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Posted on : 14-12-2009 | By : festinhabobanoape

Thom Yorke / RadioheadNão existe consenso em listas e nem listas sem polêmica (Bruce Springsteen fez alguma coisa que prestasse nos últimos 25 anos? U2 com 3 discos entre os 100 mais?!?!?!?!). Mas, nem que seja pra matar a curiosidade, não custa dar uma espiada. A Rolling Stones americana fez uma lista dos 100 melhores discos (veja abaixo) e das 100 melhores músicas (clique aqui) da última década. Destaque pro Radiohead com o 1º, 25º, 30º e 89º lugares…

Melhores Discos:

1 | Radiohead: Kid A

2 | The Strokes: Is This It

3 | Wilco: Yankee Hotel Foxtrot

4 | Jay-Z: The Blueprint

5 | The White Stripes: Elephant

6 | Arcade Fire: Funeral

7 | Eminem: The Marshal Mathers LP

8 | Bob Dylan: Modern Times

9 | M.I.A.: Kala

10 | Kanye West: The College Dropout

11 | Bob Dylan: Love and Theft

12 | LCD Soundsystem: Sound of Silver

13 | U2: All That You Can’t Leave Behind

14 | Jay-Z: The Black Album

15 | Bruce Springsteen: The Rising

16 | OutKast: Stankonia

17 | Beck: Sea Change

18 | MGMT: Oracular Spectacular

19 | Amy Winehouse: Back to Black

20 | The White Stripes: White Blood Cells

21 | Coldplay: A Rush of Blood to the Head

22 | Green Day: American Idiot

23 | D’Angelo: Voodoo

24 | Bruce Springsteen: Magic

25 | Radiohead: Amnesiac

26 | Cat Power: The Greatest

27 | The Flaming Lips: Yoshimi Battles the Pink Robots

28 | Yeah Yeah Yeahs: Fever to Tell

29 | Sigur Rós: Ágaetis Byrjun

30 | Radiohead: In Rainbows

31 | My Morning Jacket: Z

32 | Lil Wayne: Tha Carter III

33 | Daft Punk: Discovery

34 | OutKast: Speakerboxxx/The Love Below

35 | PJ Harvey: Stories From the City, Stories From the Sea

36 | U2: No Line on the Horizon

37 | 50 Cent: Get Rich or Die Tryin’

38 | Ryan Adams: Heartbreaker

39 | Kings of Leon: Aha Shake Heartbreak

40 | Kanye West: Late Registration

41 | Arctic Monkeys: Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

42 | Elliott Smith: Figure 8

43 | The Killers: Hot Fuss

44 | System of a Down: Toxicity

45 | Kanye West: Graduation

46 | Justin Timberlake: FutureSex/LoveSounds

47 | Fleet Foxes: Fleet Foxes

48 | TV on the Radio: Dear Science

49 | Fiona Apple: Extraordionary Machine

50 | Bright Eyes: I’m Wide Awake It’s Morning

51 | Spoon: Kill the Moonlight

52 | M.I.A.: Arular

53 | Kings of Leon: Only By the Night

54 | Norah Jones: Come Away With Me

55 | Robert Plant and Alison Krauss: Raising Sand

56 | Vampire Weekend: Vampire Weekend

57 | Death Cab for Cutie: Transatlanticism

58 | Danger Mouse: The Grey Album

59 | Interpol: Turn on the Bright Lights

60 | Phoenix: Wolfgang Amadeus Phoenix

61 | The Shins: Oh, Inverted World

62 | Johnny Cash: American III: Solitary Man

63 | Kanye West: 808s and Heartbreak

64 | Gillian Welch: Time the Revelator

65 | Manu Chao: Próxima Estación Esperanza

66 | Antony & the Johnsons: I Am a Bird Now

67 | Björk: Vespertine

68 | U2: How to Dismantle an Atomic Bomb

69 | Missy Elliott: Under Construction

70 | Sleater-Kinney: The Woods

71 | Bright Eyes: Lifted or the Story is in the Soil, Keep Your Eart to the Ground

72 | Franz Ferdinand: Franz Ferdinand

73 | Coldplay: Parachutes

74 | Red Hot Chili Peppers: Stadium Arcadium

75 | Arcade Fire: Neon Bible

76 | Sigur Rós: ()

77 | Yo La Tengo: And Then Nothing Turned Itself Inside Out

78 | Sufjan Stevens: Illinois

79 | The New Pornographers: Electric Version

80 | Kings of Leon: Youth and Young Manhood

81 | Ryan Adams: Gold

82 | Queens of the Stone Age: Rated R

83 | The Black Keys: Attack & Release

84 | Eminem: The Eminem Show

85 | Coldplay: Viva La Vida

86 | The Postal Service: Give Up

87 | Gnarls Barkley: St. Elsewhere

88 | Brian Wilson: Smile

89 | Radiohead: Hail to the Thief

90 | Amadou & Miriam: Dimanche a Bamako

91 | The Hives: Veni Vidi Vicious

92 | Bon Iver: For Emma, Forever Ago

93 | Johnny Cash: Unearthed

94 | The Libertines: Up the Brackett

95 | Alicia Keys: Songs in A Minor

96 | The Streets: Original Pirate Material

97 | Wilco: Sky Blue Sky

98 | TV on the Radio: Return to Cookie Mountain

99 | The Hold Steady: Almost Killed Me

100 | Leonard Cohen: 10 New Songs

“O novo dançar com sex-appeal é dançar sem sex-appeal!”

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Posted on : 09-12-2009 | By : festinhabobanoape

Não vai dar pra colocar um “RT”, um “@” e nem um crédito comum. O vídeo (I’d Rather Dance With You – Kings Of Convenience (2004)) e frase de que gostei chegaram através do bom e velho boca-a-boca do amigo do amigo do amigo… É,  ainda funciona. No máximo algum telefone sem fio aí no meio pra alterar um pouco o original, mas a essência tá ótima.  É só clicar pra entender e obrigado ao colaborador involuntário!